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Notícia no CAU/BR

Quitandinha +50 | Encerramento

Qmais50-IABDepois de passar por sete estados brasileiros, o ciclo de seminários de Política Urbana Q+ 50, comemorativo dos 50 anos do Seminário Nacional de Habitação e Reforma Urbana, será encerrado, nos dias 8 e 9 de novembro, no Hotel Quitandinha, em Petrópolis (RJ), palco do histórico evento de 1963. O encontro apresentará uma síntese das discussões realizadas nos seminários Q+50 ao longo de 2013, entre arquitetos, urbanistas, e outros profissionais. Abaixo, um resumo da agenda do evento ao longo do ano:

Rio de Janeiro  | Arquitetura, Cidades, Metrópole: Democratizar cidades Sustentáveis | 27/02 à 01/03

Rio Grande do Sul | A Moradia Brasileira | 05 a 07/04

São Paulo | Gestão das Cidades | 27/05

Brasília | Espaço Público: Cultura, Patrimônio e Cidadania | 24 e 25/06

Belo Horizonte | Mobilidade Urbana | 19 e 20/07

Bahia |Esvaziamento dos Centros | 23 e 24/08

Amazonas | A Amazônia Urbana | 30 e 31/08

Veja mais detalhes de todos os eventos em http://www.iab.org.br/q50

Veja mais detalhes do evento de encerramento em http://www.iab.org.br/agenda/encerramento-do-q50

Escritórios e empresas de Arquitetura e Urbanismo devem se recadastrar até 30 de outubro

Apenas lembrando que as empresas e escritórios de Arquitetura e Urbanismo devem se recadastrar no CAU até o dia 30 de outubro. O recadastramento, previsto na Resolução nº 48 do CAU/BR, é obrigatório para todas as pessoas jurídicas que previrem em seu contrato social qualquer atividade que seja exclusiva de arquitetos e urbanistas.

Veja aqui as atribuições privativas da profissão.

Veja a notícia no site do CAU BR em http://www.caubr.org.br/?p=13250

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Nota em 30/10/13
O CAU/BR ampliou o prazo para o recadastramento obrigatório de empresas da área de Arquitetura e Urbanismo para 30 de março de 2014.
Veja em http://www.caubr.org.br/?p=16632

Código de Ética e Disciplina para arquitetos e urbanistas

cauO Código de Ética e Disciplina do Conselho de Arquitetura e Urbanismo, aprovado em agosto, define parâmetros de conduta para o exercício da profissão de arquiteto e urbanista alinhados ao compromisso histórico com propósitos humanísticos, de preservação socioambiental e identidade cultural.

O texto traz princípios, regras e recomendações que devem ser igualmente observadas pelas sociedades de prestação de serviços com atuação no campo da Arquitetura e Urbanismo.

Leia aqui a íntegra do Código de Ética e Disciplina do CAU/BR

O CAU/BR ressaltou em sua página algumas obrigações éticas para arquitetos e urbanistas:

Autonomia: exercer e defender a autonomia própria da profissão liberal, de modo que prevaleçam as melhores considerações artísticas, técnicas e científicas sobre quaisquer outras.

Sustentabilidade: considerar o impacto social e ambiental de suas atividades profissionais na execução de obras sob sua responsabilidade e respeitar os valores e a herança natural e cultural da comunidade onde esteja prestando serviços.

Lisura: abster-se de solicitar ou receber quaisquer honorários, remunerações, comissões, gratificações, vantagens, retribuições ou presentes de qualquer tipo em troca de especificações de produtos ou insumos de fornecedores.

Transparência: Condicionar todo compromisso profissional à formulação e apresentação de proposta técnica que inclua com detalhe os produtos técnicos a serem produzidos, sua natureza e âmbito, etapas, prazos, a remuneração requerida e sua forma.

Interesse público: ter ciência de que arquitetos e urbanistas que trabalham em órgãos públicos não podem atuar como parte interessada nos processos que tramitam pelo órgão, nem exercer influência para favorecer ou indicar terceiros para resolver eventuais dificuldades.

Leia a matéria completa em http://www.caubr.org.br/?p=14776

CAU define atividades que só podem ser realizadas por arquitetos e urbanistas

cauArquitetos e urbanistas agora têm definidas as atividades que só podem ser realizadas por eles. O CAU/BR, em cumprimento ao determinado pelo Artigo 3º da Lei 12.378/2010, definiu quais atribuições são privativas da profissão e não podem ser realizadas por outros profissionais. A Resolução que segue diretrizes da lei citada e dos currículos nacionais dos cursos de Arquitetura e Urbanismo, passa a vigorar no dia de sua publicação no Diário Oficial da União, que será feita nos próximos dias. A publicação completa da resolução será feita em breve no site do CAU/BR.

As atividades privativas de arquitetos e urbanistas são divididas em seis grandes áreas:

  • Arquitetura e Urbanismo
  • Arquitetura de Interiores
  • Arquitetura Paisagística
  • Patrimônio Histórico, Cultural e Artístico
  • Planejamento Urbano e Regional
  • Conforto Ambiental

E são alguns exemplos de atribuições exclusivas da profissão:

  • projeto arquitetônico de edificação ou de reforma
  • relatório técnico referente a memorial descritivo, caderno de especificações e de encargos e avaliação pós-ocupação
  • projeto urbanístico e de parcelamento do solo mediante loteamento
  • projeto de sistema viário urbano
  • coordenação de equipes de planejamento urbano ou de regularização fundiária
  • projeto de arquitetura de interiores
  • projeto de arquitetura paisagística
  • direção, supervisão e fiscalização de obras referentes à preservação do patrimônio histórico, cultural e artístico
  • projetos de acessibilidade, iluminação e ergonomia em edificações e no espaço urbano

Pela regra, toda a parte de projetos, compatibilização com projetos complementares e qualquer função técnica relacionada à elaboração ou análise de projetos só podem ser realizadas por profissionais registrados no CAU.

Também ficou definido que cursos de Arquitetura e Urbanismo, só podem ser coordenados por pessoas com esse tipo de formação na graduação.

Em 2012, o CAU/BR já havia regulamentado quais são todas as atividades que podem ser realizadas por arquitetos e urbanistas. Leia aqui.

Segundo o coordenador da Comissão de Exercício Profissional do CAU/BR, Antonio Francisco de Oliveira, “Não se trata de uma medida corporativa, de restrição de mercado, mas de defesa da sociedade. Essas atividades, exercidas sem formação, oferecem riscos às pessoas e ao patrimônio. A finalidade última é o interesse social”.

Para o presidente do CAU/BR, Haroldo Pinheiro, “a aprovação da resolução pelo Plenário do CAU/BR é mais um passo que se dá na direção do restabelecimento das responsabilidades específicas dos arquitetos e urbanistas brasileiros e da melhor visibilidade da profissão por parte da sociedade”.

Leia mais sobre a notícia no site do CAU/BR e no site da PINI

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É claro que esse assunto vai gerar muito debate, principalmente com os engenheiros onde as áreas de atuação vêem sobrepostas há muito tempo. Muitos engenheiros fazem projetos de arquitetura como parte de seus serviços oferecidos aos seus clientes. A partir de agora, eles estariam descumprindo essa lei. E entre tantas outras, há a questão dos designers de interiores, formados em graduação ou cursos técnicos de nível médio. Pelo exposto na resolução, eles passariam a precisar da supervisão de um arquiteto.

CAU/RJ organiza criação de Colégio de Entidades de Arquitetura e Urbanismo

rjFoi aprovada na terça-feira passada (18/06), na sede do CAU/RJ, a criação do Colégio Estadual de Entidades de Arquitetura e Urbanismo do Rio de Janeiro (Ceau/RJ), que reunirá as principais instituições relacionadas ao exercício da Arquitetura para discutir assuntos relevantes e definir uma atuação estratégica em prol da categoria. O Estado do Rio é a primeira unidade da federação a ter um Conselho Estadual de Entidades, cuja criação está prevista em regimento.

Participaram da reunião o CAU/RJ, a Associação Brasileira de Arquitetos Paisagistas (Abap), a Associação Brasileira de Ensino de Arquitetura e Urbanismo (Abea), a Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura (Asbea), a Federação Nacional dos Estudantes de Arquitetura e Urbanismo (Fenea) e o Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas do Estado Rio de Janeiro (Sarj). O Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-RJ) também fará parte do Conselho de Entidades, embora não tenha comparecido à reunião.

O próximo encontro do Colégio de entidades está marcado para o dia 04/07, às 13h, na sede do CAU/RJ. Neste dia será aprovado o regimento interno do Ceau/RJ, a escolha do coordenador e o calendário de atividades.

Ver notícia completa em http://www.caurj.org.br/?p=7404

CAU/RJ convida para palestras sobre nova legislação urbanística

rjO CAU/RJ fará duas palestras sobre os novos códigos urbanísticos para a cidade com o coordenador de macroplanejamento da Secretaria Municipal de Urbanismo da Prefeitura do Rio, Daniel Mancebo.

Os eventos são abertos a todos os profissionais, mediante inscrição obrigatória.

Quando: dias 2 e 4 de julho, às 10:00hs.

Onde: Sede do CAU/RJ – Rua Evaristo da Veiga, 55 – 21° andar – Centro – RIo de Janeiro

Inscrição através do email:  inscricao@caurj.org.br.

Veja mais informações aqui.

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Atualizado em 03/07/2013

Veja a apresentação do primeiro dia de palestra, sobre as leis de Uso e Ocupação do Solo (LUOS) e Parcelamento (LPS) em http://www.caurj.org.br/wp-content/uploads/2013/07/Apresentacao-CAU-02-julho-2013-LUOS-e-LPS.ppt

Atualizado em 05/07/2013

Veja a apresentação do segundo dia de palestra, sobre os códigos de Obras e Edificações (COE) e Licenciamento e Fiscalização de Obras Públicas e Privadas (CLFPP) em http://www.caurj.org.br/wp-content/uploads/2013/07/Apresentacao-CAU-04-julho-2013-COE-e-CLF.ppt

No encerramento do segundo dia de palestras, Sydney Menezes, se comprometeu em ampliar o grupo de discussão sobre o assunto na sede do CAU/RJ (a ser divulgado em data oportuna) para apresentar propostas concretas em nome do conselho tanto à SMU quanto à Câmara Municipal do Rio de Janeiro.

CAU/RJ e a AsBEA-RJ propõem Seminário

Arquilog - Rio de Janeiro

O CAU/RJ e a AsBEA-RJ resolveram trazer o tema “A burocracia nos trâmites de aprovação de projetos” para debate através de um Seminário no Rio de Janeiro que será realizado em agosto (ainda sem data definida). O objetivo é permitir que os arquitetos urbanistas e empresários fluminenses possam conhecer as iniciativas paulistas relacionadas à Simplificação da Legislação Urbanístico-Edilícia, com foco na desoneração do Projeto Legal de Arquitetura.

Serão convidados a participar, gestores públicos da área de licenciamento urbanístico-edilício, ambiental e de patrimônio histórico e cultural das prefeituras, da capital e das cidades médias do Estado do Rio de Janeiro.

Diminuir esse distanciamento entre o setor público e o privado, agilizar processos, valorizar a atuação e a responsabilidade dos profissionais e trabalhar pelo ganho de produtividade são as discussões que serão propostas.

Leia completo em http://www.caurj.org.br/?p=7258

Seminários de Política Urbana | Quitandinha +50 | Brasília

Qmais50-IAB-brasiliaNos dias 24 e 25 de junho, Brasília recebe mais uma etapa do Seminário Quitandinha+50, na Universidade de Brasília e o tema será: As metrópoles brasileiras, o território, a moradia e o papel do espaço público na cidade do futuro.

Veja os detalhes na página do CAU/BR em http://www.caubr.org.br/?p=11561

CAU/DF debate Norma de Desempenho da ABNT

No último dia 6, foi realizado em Brasília, o Seminário “Projeto de Arquitetura: A Base de Tudo”, pelo Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Distrito Federal (CAU/DF) e pelo Sinduscon-DF e abordou temas relacionados a NBR 15.575, mais conhecida por Norma de Desempenho. A NBR entrará em vigor no próximo dia 19 de julho e traz novas definições para os critérios de desempenho das edificações habitacionais.

Os slides das palestras estão disponíveis para download em http://www.caubr.org.br/?p=11131

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Desabafo: A NBR 15.575, assim como as práticas de sustentabilidade, remetem à boa arquitetura. Nós arquitetos aprendemos muitas dessas “novidades” desde que demos os primeiros passos na faculdade. Agora essa boa arquitetura está se tornando norma. Não tivemos força para colocá-la em prática antes? Isso me traz uma lição: muitos arquitetos se queixam que a sociedade deveria respeitar e valorizar mais o arquiteto! Sim concordo! Mas acho que principalmente o arquiteto deve aprender a se impor mais! Se dependesse dos bons profissionais de arquitetura, daqueles que estudaram, daqueles que tem amor a profissão, (e não das pressões de mercado e dos profissionais levianos), as construções já seriam sustentáveis e atenderiam a qualquer norma de desempenho há muito mais tempo!